Processamento Auditivo Central e a Efetividade do Treinamento Auditivo na Fonoterapia

Autora: Karla Tolentino Soares

Resumo

Ouvir é uma habilidade que depende da capacidade biológica inata e da experienciação do indivíduo no meio ambiente.
Para que haja um bom desenvolvimento do processamento auditivo é necessário a integridade do sistema auditivo, além da presença das habilidades auditivas responsáveis pela detecção dos eventos sonoros.

Considerando que uma significativa parcela de indivíduos com dificuldade na aprendizagem de leitura e escrita apresenta desordem no processamento auditivo central (DPAC) é de fundamental importância o diagnóstico precoce para que a criança tenha uma intervenção terapêutica que beneficie a melhora de suas dificuldades lingüísticas e acústicas favorecendo, assim, um melhor aprendizado escolar.

A fonoterapia, baseada no treinamento auditivo verbal terá como objetivo a estimulação das habilidades auditivas alteradas e irá contribuir de algum modo para a melhora de dificuldades como decodificação. Apesar dessa estratégia não melhorar limiar auditivo, ela é extremamente importante na intervenção terapêutica, pois modificará a percepção de sons da fala através da reorganização do substrato neural auditivo.

Esta revisão literária teve por objetivo definir a desordem do processamento auditivo central, relacioná-lo às dificuldades de aprendizagem, além de demonstrar a efetividade do treinamento auditivo na terapia fonoaudiológica.

1- INTRODUÇÃO

Ouvir é uma habilidade que depende da capacidade biológica inata e da experienciação do indivíduo no meio ambiente.

Audição e linguagem são funções correlacionadas, interdependentes, que estabelecem o contato do homem com o meio ambiente, promovendo a sua integração intelectual e social. A primeira função envolve a participação de redes neurais complexas que atuam de maneira diferenciada no processamento de sons ao longo das vias auditivas centrais. Já a segunda envolve um processo altamente complexo, uma vez que está diretamente relacionado à elaboração e simbolização do pensamento humano. (OSTERNE in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997; PEREIRA in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997)

Sendo este sentido o principal meio de aquisição da linguagem, para que um indivíduo organize as sensações experienciadas em um sistema de linguagem é imprescindível a integridade do seu sistema auditivo. (PERISSINOTO et al, in LAGROTTA & CÉSAR, 1997)

Este apresenta, segundo Aita et al (2003, p. 102), três componentes:

O componente condutivo (orelha externa e orelha média), que tem a função de conduzir o som do meio externo (aéreo) para o meio interno; o componente sensorial (cóclea), que tem a função de transformar o impulso sonoro em impulso elétrico, que será transmitido para o córtex auditivo no cérebro; o componente neural, que tem a função de receber, analisar e programar a resposta.


Fernandes et al (2000, p. 17) diz que "no processo auditivo de um evento sonoro estão envolvidas várias habilidades auditivas, entre as quais a localização sonora, a memória auditiva seqüencial, a atenção seletiva, a discriminação e a figura - fundo auditiva, entre outras." Por meio da estimulação dessas habilidades, a criança internaliza e começa a entender o mundo sonoro, fato este que favorece o desenvolvimento do processamento auditivo central. Este termo é usado para definir os mecanismos e processos realizados pelas vias cognitivas do sistema nervoso auditivo central responsáveis por comportamentos como localização e lateralização sonora, discriminação auditiva, entre outros. Quando há um impedimento na habilidade de análise e/ou interpretação de tais comportamentos, confirma-se a presença de DPAC. (AITA et al, 2003)

Segundo Pereira in Pereira e Schochat (1997, p. 51) são fatores de risco DPAC:

Perdas auditivas nos primeiros anos de vida, decorrentes de lesões cocleares/nervo auditivo ou de alterações do componente condutivo do sistema auditivo (orelha externa e orelha média), mesmo as de grau leve que ocorrem nos primeiros anos de vida; alterações neurológicas, alterações genéticas e privação sensorial devido a alterações orgânicas ou mesmo a um meio ambiente pobre quanto à estimulação do indivíduo.

Musiek e Chermak in Schochat et al (2000, p. 2) observaram que "as DPACs podem prejudicar o processo de comunicação, a aprendizagem e o desenvolvimento social, por isso a intervenção é importante a partir da confirmação do diagnóstico das desordens do processamento auditivo."

Para facilitar o diagnóstico e ajudar na escolha da conduta a ser tomada, Katz classifica os distúrbios do processamento auditivo central em três categorias: organização, codificação e decodificação, sendo a última foco desta revisão.

A decodificação é identificada pelo prejuízo no reconhecimento das características acústicas dos sons. Indivíduos com este déficit apresentam dificuldade nas habilidades de fechamento, figura-fundo, atenção seletiva e localização sonora e realizam substituições fonêmicas e/ou grafêmicas. (ALVAREZ et al., in MUNHOZ et al., 2000; PEREIRA in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997)

Sabe-se que os aspectos acústicos da língua são trabalhados através da estimulação sonora, portanto, o transtorno do processamento auditivo do tipo decodificação pode ser tratado através do treinamento auditivo informal das habilidades alteradas para estimulação auditiva e também através do treino formal, dentro da cabina acústica, com o objetivo de promover a percepção das características acústicas do estímulo sonoro (intensidade, freqüência e duração). Após a intervenção é importante a realização de uma reavaliação das habilidades para comparar o desempenho do paciente antes e após o treino, verificando que efeito de aprendizagem esta estratégia proporcionou à criança. (MENDONÇA in AQUINO, 2002)

2-REVISÃO DA LITERATURA

Pereira in Lopes Filho (1997, p.109) define o processamento auditivo central (PAC) como sendo "o termo utilizado para se referir à série de processos que envolvem predominantemente as estruturas do sistema nervoso central: vias auditivas e córtex".

Este refere - se à decodificação e interpretação do som desde o sistema auditivo periférico até o sistema auditivo central, onde há o envolvimento de várias habilidades que são desenvolvidas nos primeiros anos de vida, período de maior aprendizagem da criança. (KATZ et al apud SCHOCHAT et al, 2002; PEREIRA & CAVADAS in FROTA, 1998; PERISSINOTO et al, in LAGROTTA & CÉSAR, 1997)

"Algumas das etapas ou subprocessos do processamento auditivo são denominadas como: atenção seletiva, detecção do som, sensação sonora, discriminação, localização sonora, reconhecimento, compreensão e memória," segundo Pereira apud Aita et al (2003, p.102). Para a autora, "o conjunto destas habilidades tem fundamental importância no desenvolvimento da linguagem e no desempenho escolar de crianças de diferentes faixas etárias."

Indivíduos cujo histórico sugerir dificuldade de compreensão em ambientes com barulho, reverberação, em situações de grupo, bem como dificuldade de localização sonora, de memória e até mesmo distração e/ou insucesso em terapia fonoaudiológica sem a presença de perda auditiva importante pode apresentar uma desordem do processamento auditivo central (DPAC). (PEREIRA apud SCHOCHAT et al,2002)

Das informações auditivas a que um indivíduo está exposto em situação de vida diária, a mais importante é a fala e para que a decodificação desta ocorra, o indivíduo necessita de redundâncias intrínsecas, que estão relacionadas às múltiplas vias e tratos auditivos disponíveis no sistema auditivo central nos ouvintes com audição periférica e central normais e de redundâncias extrínsecas que se referem às numerosas pistas sobrepostas dentro da própria língua. (SCHOCHAT et al, 2002)

Mendonça in Aquino (2002, p.136) relata que:

Crianças que apresentam dificuldades em processar os estímulos sonoros da fala poderão apresentar dificuldade em segmentar e manipular a estrutura fonológica da linguagem oral e, consequentemente, estarão sujeitas a apresentar dificuldades de leitura e escrita.

"A DPAC é um distúrbio da audição no qual há um impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros, que pode resultar de um prejuízo biológico inato ou da falta de experiências em um ambiente acústico", afirma Pereira apud Aita et al (2003, p. 102).

De acordo com a American Speech - Language and Hearing Association (ASHA) apud Schochat et al (2002, p.94),

A DPAC consiste na presença de alguma alteração observada em um ou mais dos comportamentos e mecanismos do sistema auditivo - localização e lateralização sonora, discriminação auditiva, reconhecimento de padrões auditivos, aspectos temporais da audição - incluindo: resolução, mascaramento, integração e ordenação temporal, diminuição da performance auditiva com sinais acústicos competitivos, diminuição da performance auditiva com sinais acústicos degradados.

Com o objetivo de melhor inter-relacionar as habilidades auditivas prejudicadas com a conduta a ser tomada na terapia fonoaudiológica, foi proposta por Katz uma classificação da DPAC onde, através do teste SSW em português em indivíduos com distúrbios da comunicação humana, pôde-se identificar os três tipos de categoria dessa desordem: organização, codificação e decodificação.(PEREIRA & CAVADAS in FROTA, 1998; PEREIRA in LOPES FILHO, 1997; KATZ & WILDE in KATZ, 1999; PEREIRA in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997)

Para Alvarez et al, in Munhoz et al (2000, p.118),

Os indivíduos com déficit de decodificação auditiva têm dificuldade para analisar as características acústicas dos sons da fala. Exibem dificuldades em tarefas nas quais terão que reconhecer e discriminar os sons. Tendem a entender mal as palavras ouvidas, solicitando repetições freqüentes. Costumam ser descritos por pais e professores como tendo dificuldade para ouvir, principalmente em ambientes ruidosos. Cansam - se antes que as outras pessoas quando expostas a estímulos auditivos (sobrecarga auditiva). Seu vocabulário é restrito e muitas vezes apresentam substituições de letras na escrita.

Quando há um prejuízo no processo gnósico auditivo referente à habilidade de integração auditiva de eventos sonoros, pode - se afirmar que a DPAC é do tipo decodificação. Neste tipo de desordem o indivíduo terá prejudicadas as habilidades de atenção seletiva para sílabas e dissílabas e de localização sonora, além de problemas associados como trocas grafêmicas e de orientação direita/esquerda, problema de fala envolvendo principalmente os fonemas /r/ e /l/, dificuldade de ouvir, de compreender em ambiente ruidoso e lentidão para aprender. (PEREIRA in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997; PEREIRA & CAVADAS in FROTA, 1998)

Para Fellipe in Aquino (2002, p. 101):

Desordens do processamento auditivo estão intimamente relacionadas a dificuldades na linguagem oral e escrita, pois a audição é a principal via de entrada para a aquisição da linguagem oral, e, embora a linguagem escrita tenha suas peculiaridades, é baseada na linguagem oral, na escrita alfabética, sendo que ambos (sistema escrito e oral) se interpenetram.

Sabe-se que "o aprendizado inicial da leitura e escrita necessita das informações fonológicas e estas das acústicas para decodificar e codificar fonemas," afirma Mendonça in Aquino (2002, p.136). No entanto, um histórico de otite média, por exemplo, nos primeiros anos de vida, poderá prejudicar esse processo de aprendizagem, pois a persistência da otite acarretará numa flutuação dos limiares auditivos provocando a redução da percepção das características acústicas que alcançam a orelha interna e, consequentemente, uma distorção do estímulo sonoro. (ALVAREZ et al., in MUNHOZ et al., 2000)

A fonoterapia de indivíduos com DPAC, com base no treinamento auditivo - verbal e associado ao apoio visuo - cinestésico, terá o objetivo de desenvolver as habilidades auditivas de atenção seletiva, detecção e localização sonora, sensação, discriminação, reconhecimento e memória auditiva, para que este possa adquirir consciência fonológica e, assim, favorecer o aprendizado pelo canal auditivo, além de possibilitar a compreensão de conversações nos mais diversos ambientes e situações. (MACHADO & PEREIRA in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997; PEREIRA in LOPES FILHO, 1997; AZEVEDO e PEREIRA in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997)

Machado e Pereira in Pereira e Schochat (1997, p.61) relatam que:

O treinamento auditivo - verbal são todas as estratégias que se utilizam da informação verbal que são recebidas auditivamente, ou seja, os sons verbais desde a produção isolada do fonema até frases e histórias, com conteúdo semântico.

A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, em conseqüência, fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Para tanto, na terapia, sugere-se ênfase nos aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica, estimulação mono e biaural e habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído. (GIELOW in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997)

Gielow in Pereira e Schochat (1997, p. 83), ao trabalhar síntese fonêmica, sugere a utilização de atividades onde a criança:

Tenha que descobrir uma palavra a partir dos seus fonemas, emitidos lenta e separadamente, inicialmente com apoio gráfico e, depois apenas auditivamente. Em seguida, segmentar as palavras lentamente em fonemas com o apoio gráfico inicial. Se a dificuldade for muito grande, pode-se iniciar o trabalho com sílabas.

Na estimulação mono e biaural, a criança pode ser estimulada com e sem oclusão de uma das orelhas, e em casos de DPAC com grande assimetria entre os lados direito e esquerdo, estimula-se o lado pior. Por fim, na habilidade auditiva de figura-fundo cada atividade é realizada inicialmente em ambiente silencioso e com a melhora do desempenho da criança introduz-se um ruído de fundo, que pode ser música, ruído branco ou outros. (GIELOW in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997)

Musiek apud Schochat et al (2002, p.94) em revisão de literatura constatou que o treinamento auditivo (TA):

Não melhora limiar auditivo, porém melhora percepção de sinais acústicos mais complexos como a fala, atestando, talvez, que testes complexos, como percepção de fala, necessitam do envolvimento de mecanismos mais centrais do que somente ouvir tons puros.

Atualmente muitas pesquisas estão sendo realizadas no campo da neurociência, que defendem a estimulação sensorial como um recurso para ativar as conexões neurais. Através destas, demonstrou - se que o "treinamento auditivo pode melhorar vários processos auditivos, através de uma reorganização do substrato neural auditivo", afirma Schochat et al (2002, p.95).

Portanto, um dos focos principais da utilização do TA é a plasticidade do sistema auditivo central, pois tanto a plasticidade quanto a maturação dependem, em parte, da estimulação que juntamente com a experienciação ativam e reforçam vias neurais específicas. (AZEVEDO e PEREIRA in PEREIRA & SCHOCHAT, 1997; SCHOCHAT et al, 2002)

A eficácia do TA foi relatada a partir de um estudo de caso com um paciente de 15 anos com histórico sugestivo de DPAC onde, após a confirmação do diagnóstico, foi elaborado um programa de treinamento em seis semanas, em que eram trabalhados aspectos como: intensidade, temporalidade, freqüência percepção da fala dicótica e percepção da fala competitiva, além do trabalho realizado em casa com a ajuda da família. No fim deste treinamento e após a reavaliação do PAC ficou demonstrada uma melhora com relação às suas habilidades auditivas. (SCHOCHAT et al, 2002)

3-CONCLUSÃO

Conclui que o treinamento auditivo utilizado no processo terapêutico mostra eficácia, pois possibilita o desenvolvimento de habilidades auditivas melhorando a percepção da fala e, conseqüentemente, aumentando sua competência comunicativa, bem como a existência de uma diferença entre os termos processamento auditivo central (PAC) e distúrbio do processamento auditivo central (DPAC), onde o primeiro refere-se ao termo usado para definir a interpretação que fazemos da informação auditiva e o último à dificuldade de analisar e/ou interpretar esse estímulo recebido.


4-REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


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