Carrinho  

Nenhum produto

Expedição 0,00 €
Imposto 0,00 €
Total 0,00 €

Preços com taxas incluídas

Verificar

FonoTools

Auxilia a terapia dos pacientes portadores de distúrbios da comunicação, transforma a audição da própria produção da voz e da fala, como um meio de promover mudanças na comunicação oral.

Licença para utilização em apenas um computador.

Software disponível apenas para entrega por download

Versão completa para utilização livre por 7 dias consecutivos.

  versaotrial
Clique aqui e faça o download


Mais detalhes


302,74 € IVA incl.

SW09

3 outros produtos da mesma categoria:

Software para Distúrbios da Comunicação
Coordenação: Dra. Mara Behlau

Licença para utilização em apenas um computador.

Software disponível apenas para entrega por download

Versão completa para utilização livre por 7 dias consecutivos.

 versaotrial
Clique aqui para fazer o download da versão trial

FonoTools é um software para Distúrbios da Comunicação, desenvolvido sob a coordenação da Dra. Mara Behlau, diretora do CEV, a partir de 25 anos de experiência clínica.

FonoTools tem o objetivo de auxiliar a terapia dos pacientes portadores de distúrbios da comunicação, baseado em transformar a audição da própria produção da voz e da fala, como um meio de promover mudanças na comunicação oral.

O Software congrega sete diferentes modos de operação:

- Amplificação
- Atraso
- frequência
- Inversão
- Mascaramento
- Repetição
- Ritmo

Que podem ser utilizados tanto em provas diagnósticas, como no tratamento de pacientes com transtornos de comunicação.

 

FonoTools é composto de 7 modos de monitoramento auditivo. Inicialmente, o clínico realiza o cadastro do cliente, e em seguida seleciona o modo de monitoramento desejado. O paciente ouvirá sua própria voz através de fones de ouvido com microfone, os monitoramentos podem ser salvos permitindo ao clínico manter um histórico das sessões de seu cliente.

Modos de Funcionamento:

Amplificação

O Modo de Amplificação permite ao clínico aplicar um incremento na intensidade do retorno do sinal auditivo e provoca o efeito de redução imediata do volume de voz e suavização da qualidade vocal, que passa a ser menos tensa. Em muitas situações, apenas uma pequena amplificação pode ser suficiente para auxiliar o indivíduo a observar impactos importantes em sua emissão, que fica mais suave, mais estável e com tempos máximos de fonação mais longos.

O Modo de Amplificação permite ao clínico aplicar um incremento na intensidade do retorno do sinal auditivo e provoca o efeito de redução imediata do volume de voz e suavização da qualidade vocal, que passa a ser menos tensa. Em muitas situações, apenas uma pequena amplificação pode ser suficiente para auxiliar o indivíduo a observar impactos importantes em sua emissão, que fica mais suave, mais estável e com tempos máximos de fonação mais longos.
Aplicações da Amplificação
Transtorno
Estratégia
Disfonia
Ressaltar aspectos da qualidade vocal, como rouquidão, tensão, nasalidade, esforço, ataque, ressonância e coordenação pneumofônica.
Distúrbio Articulatório
Comparar uma produção correta e outra distorcida.
Aperfeiçoamento Vocal
Melhorar o controle de parâmetros vocais e de fala selecionados.
Disfluência
Identificar e controlar aspectos particulares da emissão.
Aperfeiçoamento vocal
Redução de sotaque ou regionalismo.
Processamento auditivo
Trabalhar parâmetros auditivos de voz e de fala.
Conscientização de mudanças de intensidade.
Leitura-e-escrita
Trabalho de ditado, associação fonema-grafema.
Linguagem
Evidenciar aspectos morfológicos e sintático-semânticos.
 
Atraso

O Modo de Atraso, também chamado de Monitoramento Auditivo Retardado, refere-se à introdução de um atraso no retorno da própria fala (Efeito Lee), como às vezes acontece nos problemas de recepção de telefonia.

O monitoramento auditivo retardado rompe a habilidade do indivíduo monitorar sua produção de voz e fala, o que, em indivíduos normais, produz prolongamento das vogais das palavras e uma fala arrastada.

Tal função pode ser empregada no paciente com disfonia de origem psicológica, quando pode haver regularização da produção vocal, pela ruptura no monitoramento auditivo. Já no paciente disfluente, a redução da velocidade da fala produz uma emissão melhor organizada.

Uma outra possibilidade de aplicação do atraso é o uso dessa estratégia para aumentar o volume e regularizar o ritmo de pacientes com Parkinsonismo ou presbifonia.

Aplicações do Atraso
Transtorno
Estratégia
Disfonia psicogênica
Prova diagnóstica diferencial entre quadros psicogênicos e neurológicos. Tratamento por remoção do controle auditivo.
Disartrofonias
Regularização do ritmo.
Disfluência
Regularização do ritmo. Redução da velocidade.
Vozes Profissionais
Controle da emissão e desenvolvimento de outras vias de monitoramento.
Parkinsonismo
Regularização da articulação e aumento de intensidade.
Presbifonia e alteração na fluência do idoso
Melhor controle de voz e de articulação.
Disfonias Hipocinéticas
Aumento do volume da voz.
 
Deslocamento de Frequência

O Modo de Deslocamento de frequência da emissão consiste na manipulação da frequência fundamental e da gama tona da emissão do paciente, deslocando-a para frequências mais graves ou mais agudas, em até 12 semitons.

Tal estratégia é muito útil nas disfonias com alteração do tom da voz, como nos quadros de muda vocal, falsete, puberfonia, sulco vocal, virilização vocal, deficiência auditiva ou em pacientes com edema de Reinke.

Além dessas situações, pode-se utilizar esse modo de operação para diversas tarefas de treinamento do processamento auditivo.

O Modo de Deslocamento de Freqüência da emissão consiste na manipulação da freqüência fundamental e da gama tona da emissão do paciente, deslocando-a para freqüências mais graves ou mais agudas, em até 12 semitons.

Aplicações do Deslocamento de Frequência

Transtorno
Estratégia
Disfonia
Deslocamento para os agudos em edema de Reinke ou virilização vocal.
Deslocamento para os graves em falsete, puberfonia, disfonias da muda ou sulco vocal.
Processamento Auditivo
Conscientização de mudanças de frequência.
 
Inversão

O modo de Inversão dos sons emitidos consiste na reversão da ordem dos sons das palavras, ouvindo-se o trecho salvo de trás para frente. Tal função é muito útil no treinamento do processamento auditivo, para o desenvolvimento da consciência fonológica, em inúmeras aplicações no treinamento articulatório e na reabilitação de transtornos da leitura-e-escrita.

Aplicações da Inversão

Transtorno
Estratégia
Processamento Auditivo
Conscientização da sequência dos sons da fala.
Consciência fonológica.
Distúrbio articulatório
Consciência fonológica.
Transtornos de Leitura e Escrita
Associação fonema-grafema.
 
Mascaramento

Modo de Mascaramento Auditivo da Emissão consiste na introdução de um ruído mascarante que produz uma resposta reflexa de aumento da intensidade da emissão (efeito Lombard). O mascaramento reduz o impacto do controle auditivo, que pode estar alterado em algumas disfonias.

Tal estratégia é efetiva em muitos casos de disfonias psicogênicas, como nas afonias de conversão, facilitando a remoção do sintoma e o retorno à sonoridade vocal.

Nos quadros neurológicos com hipofonia, pode-se também empregar o mascaramento para se produzir uma voz mais intensa e equilibrada. Uma outra aplicação importante do mascaramento auditivo é com usuários ocupacionais ou profissionais da voz, como cantores ou repórteres, que podem desenvolver melhor controle de sua voz e sua fala com treinamento sob mascaramento.

Ainda nos quadros de transtorno do processamento auditivo, o mascaramento pode ser utilizado nas diversas tarefas onde se quer inserir um ruído competitivo.

Aplicações do Mascaramento
Transtorno
Estratégia
Disfonia psicogênica
Regularização da emissão.
Simuladores vocais
Remoção do controle auditivo sobre a voz.
Disfonia hipocinética
Aumento do volume da voz.
Parkinson
Aumento do volume e regularização da fala.
Voz profissional
Controle de voz e fala. Desenvolvimento de outros monitoramentos por limitação do auditivo.
Transtornos do Processamento Auditivo
Treinamento com inserção de ruído competitivo.
 
Repetição

O modo de Repetição consiste no registro e reprodução da própria emissão, em loop, para aumento da conscientização sobre aspectos específicos da comunicação oral do cliente, tais como parâmetros da voz, fala, fluência e coordenação pneumofônica.

Sugerimos registrar uma pequena frase e reproduzi-la continuadamente ao cliente, para ressaltar os aspectos que se quer evidenciar.

Tal função pode ser empregada em casos de aperfeiçoamento da comunicação oral, disfonia, distúrbio articulatório, disfluência, transtorno do processamento auditivo, problemas de leitura-e-escrita e de linguagem oral.

Aplicações da Repetição
Transtorno
Estratégia
Disfonia
Ressaltar parâmetros auditivos.
Aperfeiçoamento vocal
Redução de sotaque ou regionalismo.
Distúrbios articulatórios
Ressaltar parâmetros articulatórios.
Disfluência
Ressaltar aspectos da fluência.
Linguagem
Evidenciar aspectos morfológicos e sintático-semânticos.
 
Ritmo

O modo de Ritmo da fala consiste na introdução de um estímulo-guia, marcado por um número pré-definido de cliques por segundo, o que favorece o controle da velocidade de fala.

O treinamento vocal com ritmo-guia é de utilidade principal para os transtornos vocais que envolvem também alterações no ritmo da fala, como algumas disartrofonias, principalmente as de origem cerebelar, além de poder ser utilizado em quadros de disfluência e transtornos de leitura.

Para treinamento de processamento auditivo esse modo de operação também tem se mostrado bastante útil, podendo-se realizar vários exercícios para treinamento auditivo-vocal.

Uma outra aplicação é nos casos de aperfeiçoamento da comunicação oral, pela importância da velocidade de fala na melhora global da emissão oral e em sua inteligibilidade.

O modo de Ritmo da fala consiste na introdução de um estímulo-guia, marcado por um número pré-definido de cliques por segundo, o que favorece o controle da velocidade de fala.
Aplicações do Ritmo
Transtorno
Estratégia
Parkinsonismo
Regularização da emissão.
Disfonias neurológicas
Organizar o ritmo da fala, como na ataxia cerebelar.
Aperfeiçoamento vocal
Controle do ritmo da fala.
Disfluência ou taquilalia
Organizar o ritmo da fala.
Leitura
Treinamento da velocidade de leitura.
Linguagem
Aperfeiçoamento da emissão.
Processamento auditivo
Treinamento auditivo-vocal.


Requisitos


- Computador Pentium III 500 com 256 de RAM, com 200 Mb de espaço em disco
- 64 Mb de Memória RAM
- H.D. com 100 Mb livres
- Placa de vídeo de 1 Mb
- CD-ROM 8x ou superior
- Fones de ouvido com microfone
- Rato

- Teclado
- Windows XP/Vista e Vista x64/7