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Escrevendo como se fala

Saber a diferença entre fala e escrita; perceber que uma permite certa liberdade, e outra segue normas; entender a relação entre letras e sons: esses são alguns dos assuntos abordados por Luciana Cidrim, Marígia Aguiar e Francisco Madeiro no livro “Escrevendo como se fala”.

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Autor: Luciana Cidrim, Marígia Aguiar e Francisco Madeiro
I.S.B.N.: 978-85-89892-43-8
Edição: primeira edição em 2007
Número de Páginas: 80


Por ser um estudo lingüístico, a obra narra a trajetória que leva o latim clássico a nossa língua portuguesa. Nesse ínterim, a literatura posicionou-se como divisora entre a língua falada e escrita; a partir dela prezou-se pela ortografia, que significa escrita correta. A partir disso, os autores explicam os três períodos de nossa ortografia: fonético, pseudo-etimológico e simplificado.

Apresentando uma pesquisa com alguns alunos de segunda e quarta série do ensino fundamental da rede pública, a obra defende que muitos desvios ortográficos são influenciados pela oralidade. O resultado da avaliação conecta, em 12 categorias, os equívocos encontrados e as transformações lingüísticas sofridas pela língua portuguesa em sua história. Somente uma língua muito usada e viva pode apresentar tantas alterações ao longo do tempo; essas modificações vieram de evoluções fonéticas e ramificaram muitas outras línguas.

Ao mesmo tempo que a oralidade interfere na grafia, a escrita altera o modo de falar; isso ocorre de forma natural na zona rural brasileira. Segundo os autores, quando não existe o hábito ortográfico, a oralidade permanece livre de norma. O mesmo é mais difícil de ser encontrado na zona urbana, pois há o costume de se utilizar a linguagem escrita.

Sem enfatizar que seja um erro, mas esclarecendo a diferença entre português-padrão e português-não-padrão, o livro incumbe o professor de explicar que a linguagem oral permite certas flexões, mas que não podem ser colocadas no papel. Com sugestões de atividades que desenvolvam as duas linguagens e fixem a ortografia, “Escrevendo como se fala” conscientiza que o educando não erra em sua língua, mas representa as palavras em desacordo com as regras, cabendo ao profissional unir som e escrita, aproximando aluno e língua portuguesa.

Sumário

Capítulo 1
Os Fenômenos Lingüísticos da Escrita e as Mudanças Ortográficas

Capítulo 2
As Transformações Ortográficas na Escrita Infantil

Capítulo 3
Contribuições Práticas para o Ensino da Língua